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Afonso Ribeiro, escritor neorrealista da Vila da Rua, nasceu há 113 anos

07 Janeiro 2024

Há coincidências felizes. Três dos maiores escritores, cultores e pioneiros do neorrealismo, Afonso Ribeiro, Manuel da Fonseca e António Alves Redol, nasceram no mesmo ano (1911) e, os dois primeiros, morreram também no mesmo ano (1993).

O mais 'velho' deste trio ilustre é Afonso Ribeiro, porque nasceu em janeiro. Depois, Manuel da Fonseca, que nasceu em outubro e finalmente António Alves Redol, em dezembro.

No caso de Afonso Ribeiro, porque é nosso insigne conterrâneo nascido em Vila da Rua, onde há um espaço museológico visitável com o seu nome, convém sublinharmos o dia de hoje, 7 de janeiro, dia em que o escritor neorrealista faria, se vivo fosse, 113 anos.

E a melhor homenagem que lhe podemos prestar é conhecendo e lendo a sua obra, lendo um qualquer dos 14 livros que escreveu, entre contos/novelas, romances e dramaturgia, vários proibidos e apreendidos pela Censura: “Ilusão na Morte” (1938), “Plano Inclinado” (1941), “Aldeia” (1943), “Trampolim” (1944), “Escada de Serviço” (1946), “Maria” (trilogia, 1946, 56, 59), “Povo” (1947), “Da Vida dos Homens” (1963), “O Pão da Vida” (2º romance da trilogia “Maria”- 1956), “O Caminho da Agonia” (3º romance da trilogia “Maria” – 1959), “Três Setas Apontadas ao Futuro” (teatro – 1959), “Os Comedores de Fomes” (1983), “África Colonial” (1983)” e “A Árvore e os Frutos” (1986)”.

 

Foto: Paulo Neto (Descendências Magazine)

Conteúdo atualizado em8 de janeiro de 2024às 15:24