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Novo serviço social nasce na Santa Casa da Misericórdia

04 Outubro 2016
Três técnicos com formação superior nas áreas das ciências sociais começaram a trabalhar, em permanência, no apoio e combate às situações de vulnerabilidade social de cidadãos e famílias do concelho, tentando assim prevenir o aumento desses casos de pobreza e de exclusão sociais. Como? Facultando ferramentas que levem à aquisição e fortalecimento das competências das pessoas e famílias, com vista a promover a sua autonomia e consequente inserção social e profissional. Com sucesso!

O novo serviço social (RLIS – Rede Local de Intervenção Social) foi criado quinta-feira passada, 29 de setembro, na Santa Casa da Misericórdia de Moimenta da Beira, numa cerimónia que contou com a presença do diretor do Centro Distrital de Viseu do Instituto da Segurança Social, Telmo Antunes; do presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, José Eduardo Ferreira, do provedor da Santa Casa, José Agostinho Gomes Correia, e de outros dirigentes locais e regionais.

Um sublinhado para o programa da RLIS que assenta numa lógica de intervenção articulada e integrada de entidades com responsabilidade no desenvolvimento da ação social que visa potenciar uma atuação concertada dos diversos organismos e entidades envolvidas na prossecução do interesse público e promover a implementação de novos mecanismos de atuação e diferentes estratégias de ação em resposta às necessidades sociais.

A RLIS pretende ainda constituir um suporte da ação, permitindo criar sinergias entre os recursos e as competências existentes na comunidade e integrando perspetivas inovadoras relativamente à descentralização da intervenção social, baseada na democracia participativa e na introdução de metodologias de planeamento da intervenção social no local.

Esta Rede ambiciona também harmonizar procedimentos e promover a melhoria da qualidade da intervenção, beneficiando de circuitos de comunicação entre várias entidades e em diferentes níveis, podendo assim integrar, também, contributos para intervenções multissectoriais. O desafio implica necessariamente a implementação de um modelo de organização que agregue sectores que tradicionalmente não estão envolvidos numa atuação em rede.

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