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Pelourinho da Vila da Rua 'aceso' contra a pena de morte

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03 Dezembro 2013
Noventa e sete velas brancas, tantas quantas o número de países que aboliram até hoje a pena de morte, foram acesas no sábado passado, 30 de Novembro, em redor do Pelourinho da Vila da Rua, para alertar simbolicamente o mundo que é imperioso proibir definitivamente a Pena de Morte.

Noventa e sete velas brancas, tantas quantas o número de países que aboliram até hoje a pena de morte, foram acesas no sábado passado, 30 de Novembro, em redor do Pelourinho da Vila da Rua, para alertar simbolicamente o mundo que é imperioso proibir definitivamente a Pena de Morte.

A iniciativa, “Cidades para a Vida – Cidades contra a Pena de Morte”, a que a Câmara Municipal de Moimenta da Beira se associou, foi da Comunidade de Sant’Egidio e da Coligação Mundial Contra a Pena de Morte, da qual a Amnistia Internacional faz parte.

Marcaram presença os presidentes da autarquia, José Eduardo Ferreira, da Assembleia Municipal, Alcides Sarmento, e da Junta de Freguesia da Rua, António Manuel Pinto. No local, estiveram ainda outros eleitos (Francisco Cardia, vice-presidente, e Susana Lemos, vereadora) e também alguns populares que se juntaram à causa.

O evento celebra-se a 30 de Novembro porque foi nesse dia, do ano de 1786, que o então chamado Grão-Ducado da Toscana, no Norte de Itália, aboliu a pena de morte, tornando-se no primeiro estado europeu a acabar com esta forma de punição.

Portugal foi também pioneiro e aboliu a pena capital em 1867, para crimes civis, e em 1976, para crimes militares. No entanto, é importante frisar que 60 países no mundo continuam a executar pessoas como forma de as punir pelos crimes alegadamente cometidos. Algumas delas, acrescente-se, são condenadas no seguimento de julgamentos injustos e, por vezes, sentenciadas à morte por crimes como o adultério ou o roubo.
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